Estabilização enzimática de solos para construção de estradas — com responsabilidade ambiental.
Um produto de estabilização de solos baseado em formulação multienzimática, que aumenta resistência, densidade e durabilidade de bases rodoviárias e plataformas de obra.
A fórmula concentrada líquida endurece o próprio solo do trecho, transformando-o em uma sub-base estável e reduzindo substancialmente a demanda por agregado pétreo de jazida. Aplica-se com equipamento rodoviário convencional, em solos com ao menos 15% de finos coesivos (siltes e argilas).
É uma tecnologia consolidada no exterior, com mais de 15 anos de ensaios de laboratório e de campo, hoje representada em Santa Catarina e em concessões nacionais pela Strattos Engenharia.
Não tóxico, não corrosivo, não cáustico e de origem orgânica. Sua produção não requer aquecimento ou processamento por fogo e tem emissão de carbono próxima de zero. Sem dano a pessoas, animais ou vegetação em condições normais de uso.
Atua como catalisador sobre siltes e argilas do trecho, fortalecendo a ligação das partículas.
Eleva os índices de suporte (CBR, UCS, MR) conforme o tipo e a composição do solo.
Melhora a trabalhabilidade — atinge a densidade de projeto com menos passadas de rolo.
Resulta em camada densa e coesa, resistente à penetração de água e a ciclos de umedecimento.
Antes de qualquer número internacional, o que sustenta a recomendação é o desempenho aferido em solo brasileiro, por ensaio normatizado.
Resultados de ensaios específicos sobre os solos indicados. O desempenho em cada obra depende do solo local, do tráfego de projeto e da especificação adotada — toda aplicação parte de caracterização do trecho. Laudos e memorial de cálculo disponíveis sob solicitação.
Valores observados em projetos internacionais (incluindo reduções típicas relatadas de custo de construção, custo de manutenção e emissão de CO₂). São referências dependentes de tipo de solo, tráfego e especificação — não representam garantia de resultado e não substituem a caracterização e o dimensionamento de cada projeto no Brasil.
Projetos que buscam redução de custo, agilidade de construção e menor impacto ambiental — em uma ampla variedade de contextos rodoviários.
Eixo central no Brasil — escoamento agrícola e acesso a comunidades.
Vias não pavimentadas e trechos de baixo a médio tráfego.
Recuperação de trechos degradados sem demolir a base existente.
Estradas internas, acessos de carga e operações remotas.
Acessos de canteiro, transporte e plataformas operacionais.
Pátios logísticos, áreas industriais e estacionamentos.
Estradas de acesso para usinas eólicas e solares.
Áreas industriais, canteiros e vias internas em mineração.
Equipamentos rodoviários convencionais, sem procedimentos especiais — com recicladora ou com a frota de manutenção tradicional.
Conformar conforme o projeto da estrada, dispondo o material a tratar lateralmente em leira.
Diluir o concentrado em água no caminhão-pipa e aspergir até a umidade ótima de compactação.
Misturar com motoniveladora ou recicladora; conformar greide e coroa para boa drenagem.
Compactar até o grau de projeto. Após ~72h em tempo seco, pronta para uso ou capa de rolamento.
Indicado para solos com ao menos 15% de finos coesivos. A caracterização do solo do trecho define a viabilidade e a dosagem.
Conte o tipo de via, a localização e o volume estimado. A Strattos avalia a viabilidade técnica para o seu solo e prepara um comparativo de custo frente às soluções tradicionais de pavimentação.